Abrafiltros completa 11 anos e amplia ações em benefício do mercado de filtros automotivos e industriais

Atuação compreende representação do setor junto aos órgãos governamentais, entidades normativas e sociedade civil, em defesa dos interesses do segmento de filtração.

A Abrafiltros – Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas – Automotivos e Industriais, entidade que representa 38 das principais empresas dos setores de filtros automotivos e industriais, completa 11 anos de atividade em prol do desenvolvimento do mercado de filtração. “Buscamos realizar ações com o objetivo de avançar no mercado de filtração, ressaltando que os filtros são produtos essenciais para a qualidade de vida. Onde houver pó, líquido ou ar, haverá sempre a necessidade de utilizar filtros”, comenta João Moura, presidente da Abrafiltros.

 Em 11 anos de trabalho, a entidade possui uma pauta de trabalho que visa atender às necessidades das empresas associadas. Para isso, conta com estrutura que permite desenvolver ações de grande importância para o mercado, incluindo maior representatividade junto aos órgãos governamentais, ampliação da participação em feiras e eventos, e tem realizado com sucesso o Ciclo de Palestras Abrafiltros, que aborda temas de interesse como economia, corrupção, produção de papel para o mercado de filtros, lean manufacturing, entre outros.

 A Abrafiltros trabalha com transparência para promover a participação dos associados e a aproximação de novas empresas. “Valorizamos a integração do mercado e estamos sempre de portas abertas a novas empresas, pois quanto maior número de associados, maior a nossa representatividade e poder de realização”, diz Moura.

Para atender a legislação ambiental, a entidade criou, em 2012, o Programa Descarte Consciente Abrafiltros de logística reversa de filtros usados do óleo lubrificante automotivo, e vem cumprindo as metas estabelecidas nos estados onde está implantado – São Paulo, Paraná e Espírito Santo. Até maio de 2017, 8 milhões de filtros foram reciclados.

“É preciso maior responsabilização e participação dos Estados para que façam cumprir a legislação e não criem desigualdade no mercado, uma vez que não há nenhum retorno direto para a cadeia de filtros e com a maior adesão de empresas, os custos serão diluídos”, explica Moura.

A entidade, além de representar os interesses do setor junto aos órgãos governamentais, entidades normativas e sociedade civil, também está desenvolvendo pesquisa para levantar dados do setor e conduz estudos para realizar evento específico na área de filtros, entre outras ações em andamento.

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