Alumínio ajuda na redução de consumo e emissão de poluentes

O uso do alumínio permite reduzir em mais de 400 quilos o peso de um carro de tamanho médio. Com um veículo mais leve, há uma economia significativa de combustível, além de emitir menos poluentes e causar um menor desgaste de pneus e peças. Por isso, o principal evento da cadeia produtora do alumínio do Brasil, a ExpoAlumínio – Exposição Internacional do Alumínio, tem um papel fundamental para o setor automobilístico: conectar fornecedores de toda a cadeia produtiva do alumínio ao setor automotivo e de transportes. O evento será entre os dias 3 e 5 de setembro, no São Paulo Expo. “Devido às suas múltiplas aplicações e eficiência, o alumínio é um produto em crescente demanda na indústria de mobilidade. Identificamos a necessidade para o setor de se ter um evento como a ExpoAlumínio 2018, que cria conexões assertivas que posteriormente se desdobrarão em parcerias e novos negócios”, aponta o diretor da ExpoAlumínio 2018, Leandro Lara.

Além de tornar os veículos mais eficientes, outra grande vantagem do uso do alumínio no setor de transportes é que o material pode ser reciclado infinitamente. Um estudo realizado pelo Centro para Recuperação e Reciclagem de Recursos do Instituto Politécnico de Worcester (WPI), em Massachusetts, nos Estados Unidos, constatou que 91% do alumínio presente nos automóveis descartados no país são reciclados. O metal reciclado entra em um novo ciclo de vida na forma de rodas, para-choques e motores.

De acordo com a Associação Brasileira do Alumínio – ABAL, o Brasil também tem um grande potencial para o aumento na reciclagem do alumínio utilizado nos automóveis. O metal é o principal produto reciclado no território nacional, com 602 mil toneladas só em 2015 – o índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas, por exemplo, chega a 98%.

“O grande crescimento da utilização do material em carros produzidos no Brasil, principalmente nos motores, gera otimismo quanto à implementação de uma cadeia sustentável de produção do metal para a indústria automotiva, com eficiência semelhante ou maior que a dos Estados Unidos”, enfatiza o presidente executivo da ABAL, Milton Rego.

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