Mapeamento do Gás da Firjan vai mostrar demanda por esse insumo em todo o Rio de Janeiro

Até o momento, o preço de viabilidade apontado por empresários foi de US$ 6 por milhão de BTU daqui a 5 anos e de US$ 5 por milhão de BTU em 10 anos

Para descobrir qual o potencial de consumo de gás natural no estado fluminense, a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) está realizando o projeto “Mapeamento de Demanda de Gás por regiões fluminenses”. “O objetivo é conhecer melhor esse mercado consumidor e entender a expectativa de demanda no curto, médio e longo prazos”, explica Fernando Montera, coordenador de Relacionamento de Petróleo, Gás e Naval da federação.

Quanto mais empresas participarem do levantamento, melhor para a Firjan entregar uma informação mais qualificada para a indústria e agentes do mercado. “Queremos explicitar que realmente existe uma demanda para o gás natural, que o consumidor tem voz e que está esperando por esse insumo. Até agora, tudo que se trabalhou para a aprovação do novo marco legal é voltado para viabilizar competição no lado da oferta de gás”, pontua Montera.

Os empresários interessados em participar do projeto, devem mandar e-mail para a gerência de Petróleo, Gás e Naval da federação: petroleo.gas@firjan.com.br .

Desde o início do ano, a Firjan desenvolve o estudo, que começou com um teste publicado em maio, no documento “Perspectivas do Gás no Rio 2021”. Agora, a gerência de Petróleo, Gás e Naval expande o levantamento para as indústrias de todas as regiões do estado.

No teste do mapeamento, a demanda atual na região pesquisada está em 0,68 milhão de m3/dia; o potencial é de aumentar para 1,18 milhão de m3/dia nos próximos 5 anos e para 10,5 milhões de m3/dia em 10 anos. O preço de viabilidade apontado pelos empresários foi de US$ 6 por milhão de BTU daqui a 5 anos e de US$ 5 por milhão de BTU em 10 anos.

Informações gerenciais

A Firjan espera mapear os principais compradores, ofertantes e distribuidores; o volume de demanda, preços, segmentos de consumo, novos projetos e eventuais barreiras ao seu desenvolvimento; a infraestrutura existente e a necessária; e o consumo de combustíveis substitutos. Tudo considerando horizontes de 5, 10 e 15 anos. 

Assim, a federação espera mostrar que a demanda não é só das termelétricas. Essas empresas têm um grande consumo, mas há a possibilidade de expandirmos outros segmentos, tanto da parte de quem já utiliza o gás como também de uma diversidade de outras indústrias, que ainda não usam e podem aderir. Com a análise, a Firjan espera aproximar o mercado consumidor dos fornecedores de gás.

“É uma espécie de Road Show Digital, com essa divulgação do trabalho pelo estado. Estamos em processo de esclarecer eventuais dúvidas dos empresários e realizamos constantemente reuniões com os interessados”, ressalta Montera. O resultado do mapeamento será publicado até o fim do ano. 

Aurélio Gimenez

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Mapeamento do Gás

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