Rota 45, o programa para o mercado de reparação automotiva

Todas as empresas que participam do aftermarket podem participar do Programa ROTA 45, basta entrar em contato com o Sindirepa-SP ou com Sincopeças-SP.

O Programa Rota 45 – Capacitação, Qualificação e Certificação de Oficinas e Lojas de Autopeças (CNAE 45) é parte da estratégia desenhada pelo Sindirepa-SP e Sincopeças-SP para adoção no País de uma política setorial que incentive e promova o desenvolvimento do aftermarket automotivo, por meio da melhor capacitação das empresas de reparação de veículos e varejos de autopeças. A elaboração do Rota 45 contou com o apoio direto do Sebrae-SP e do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva), além do suporte do Cesvi Brasil, IAA (Instituto da Administração Automotiva) e Feira Automec.

Não se trata simplesmente de ampliar a competitividade somente via redução de custos, mas também por meio da organização gerencial, identificação de processos e de vendas. A importância da política de estímulo por meio da qualificação ou certificação justifica-se pelo fato de que o desenvolvimento da indústria automotiva brasileira está atrelado às grandes montadoras globais, cujos centros de decisões estão em suas matrizes, fora do Brasil, o que dificulta a pronta reação do mercado de reposição.

 Rota 45

O Programa Rota 45 busca solucionar dificuldades enfrentadas pela reposição automotiva, tais como:
• Baixa competitividade das microempresas de reparação de veículos e varejistas de autopeças, que resulta na imagem junto aos consumidores;
• Risco de enfraquecimento das montadoras, indústrias, distribuidores, concessionárias, devido às constantes devoluções/garantias de autopeças;
• Risco de transferência de investimentos para outros players como o comércio eletrônico, impactando a rentabilidade; Todas as empresas que participam do aftermarket podem participar do Programa ROTA 45, basta entrar em contato com o Sindirepa-SP ou com Sincopeças-SP.
• Existência de capacidade ociosa face às transformações da mobilidade, que precisa ser direcionada para esses novos tipos de consumidores;
• Risco de não acompanhar o desenvolvimento de tecnologias que utilizam biocombustíveis e eletrônica, com impactos na cadeia produtiva.

Luiz Sergio Alvarenga é diretor da Alvarenga Projetos Automotivos e Conselheiro do IQA