Sindirepa e Firjan debatem novo mercado de Gás Natural Veicular

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Transição energética

A Casa Firjan sediou, o 2º Seminário Nacional do GNV – Oportunidades da Abertura no Mercado do Gás para Veículos Pesados, promovido pelo Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Rio de Janeiro (Sindirepa), com o apoio da Firjan. O evento atraiu cerca de 300 pessoas, que lotaram o auditório e também o Lab de Cocriação, onde foi disponibilizada transmissão simultânea.

Presidente do Sindirepa, Celso Mattos afirmou que, no estado do Rio, a expansão do uso do Gás Natural Veicular (GNV) está sempre em sua agenda: “Continuaremos a defender com afinco o desenvolvimento do mercado e a busca por mais realizações para o setor automotivo. Exemplo recente é o projeto que estamos estudando de conversão da frota veicular do estado para GNV. Reforço aqui a necessidade desse trabalho”. Durante o evento, o Sindirepa lançou o Anuário da Indústria de Reparação Automotiva 2019.

De acordo com Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan, hoje, com a agenda da sustentabilidade e da transição energética em pauta, o gás entra no centro dos debates. “Isso traz para o Sudeste um grande diferencial, pois temos muito volume disponível aqui. Temos que trabalhar junto com o poder público para reduzir tarifas e sermos mais competitivos. Temos tudo para usar o gás nos mais diversos consumos industriais”, destacou.

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Celso Matos, presidente do Sindirepa(Direi.)e Lucas Tristão, secretário de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Relações Internacionais

Entre os presentes, havia inúmeros representantes sindicais e empresariais. “O tema do Seminário tem uma afinidade muito grande com a Casa Firjan. Esse é um espaço que reúne pessoas para pensarem o futuro, então é muito oportuno realizar essa discussão tão rica sobre o desenvolvimento de um novo mercado com diversas vantagens para o país, principalmente para o Rio de Janeiro”, afirmou Luiz Césio Caetano, presidente da Firjan Leste Fluminense e do Sindicato da Indústria de Refinação e Moagem de Sal do Estado do Rio de Janeiro (Sindisal).

Também esteve presente Carlos Fernando Gross, vice-presidente da Firjan e presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos do Estado do Rio de Janeiro (Sinfar-RJ). “O evento contou com muitos players importantes. Tenho certeza de que haverá desdobramentos positivos para o setor”, comentou.

A importância do seminário foi igualmente destacada por Carla Pinheiro, presidente do Sindicato das Indústrias de Joias e Lapidação de Pedras Preciosas do Estado do Rio de Janeiro (Sindijoias) e da Associação de Joalheiros e Relojoeiros do Rio de Janeiro (Ajorio). “Tudo o que foi discutido mostrou um futuro muito positivo, colocando o Rio em destaque no cenário nacional”, reforçou.

Renata Isfer, secretária adjunta de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, ressaltou o papel do gás como o grande combustível da transição energética e falou sobre o programa Novo Mercado de Gás, lançado no primeiro semestre deste ano. “As propostas do programa representam um marco histórico no setor, mas a transição implica mudanças estruturais e comportamentais por parte do agente dominante. Os estados também têm participação fundamental na concretização desse programa, além do Congresso Nacional”, disse, acrescentando que o uso do GNV deverá crescer nos últimos anos.

Para Lucas Tristão, secretário de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Relações Internacionais, o estado do Rio tem tudo para ser a grande capital da transição energética mundial. “Incentivamos o uso do gás não somente para os veículos pesados, mas na geração de energia e atividade industrial. É importante também reduzirmos o preço da molécula desse combustível. O gás é o produto que reconduzirá o Rio à reindustrialização”, frisou.

Todo esse programa para incentivar a indústria da falta de gás já está movimentando aqui, o nosso mercado especializado em motores para veículos pesados. E a gente tem muitos benefícios do uso do gás natural de veículos pesados, você tem uma diversificação maior da matriz energética, redução dos gases do efeito estufa, redução das importações do óleo diesel, a gente não fica tão dependente do mercado externo para o o nosso abastecimento, e é uma a demanda para o gás natural em potencial que ajuda a aumentar essa questão. E o grande celeiro do desenvolvimento da política pública ao novo mercado de gás natural que foi criado esse ano, foi uma parceria coordenado pelo ministério de minas e energia, em parceria com o ministério da economia, EPE, ANP e o CADE, para desenvolver um mercado de gás natural líquido, aberto, dinâmico e competitivo.

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Renata Isfer – Secretária de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia

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